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O Subverso é um projeto dedicado a documentar e destacar a cena underground da tatuagem. Ele teve início com vídeos no YouTube, trazendo entrevistas e conteúdos exclusivos com artistas e donos de estúdios, compartilhando suas histórias e trajetórias. Buscamos conectar pessoas e culturas, ampliando a visibilidade de vozes únicas no universo da tatuagem.
Além do audiovisual, o Subverso também existe como um blog colaborativo, onde artistas podem criar perfis e publicar suas matérias sobre estilos de tatuagem ou qualquer outro tema ligado à arte underground. Tudo de forma gratuita, promovendo uma verdadeira comunidade de troca dentro do movimento underground.
O projeto ainda se expande para o formato de zines: revistas físicas que reúnem conteúdos do blog e do canal no YouTube, sendo distribuídas em estúdios de tatuagem por todo o Brasil. Com isso, o Subverso se consolida como um espaço colaborativo e inclusivo, para divulgação a arte underground e a contracultura em todas as suas formas.
Na pesquisa ‘Na Perspectiva do Monstro’, Ossy explora a modificação corporal e a identidade não binária por meio de esculturas que celebram a estética do erro. Inspirado por Haraway e Preciado, suas obras transformam falhas em resistência, desafiando normas de gênero e identidade com uma abordagem artística subversiva e potente.
A tatuagem Blackout, caracterizada pelo uso de tinta preta sólida cobrindo grandes áreas do corpo, é um estilo que carrega influências ancestrais e tem ganhado popularidade desde os anos 2010. Este artigo aborda a história, a técnica, e os desafios associados ao Blackout, além de depoimentos de adeptos que destacam o significado pessoal e a estética distinta desse tipo de tatuagem. Descubra também dicas importantes para quem deseja fazer uma tatuagem Blackout e cuidados necessários para uma boa cicatrização.
O CyberTribalismo é a continuação natural do NeoTribalismo, adaptado para o contexto digital e globalizado do século XXI. Neste post, exploramos as raízes sociológicas e artísticas do movimento, abordando como as tribos digitais e estéticas futurísticas estão moldando a cultura contemporânea. Com a fusão do tribalismo ancestral e a estética cyberpunk, o CyberTribalismo representa um novo capítulo na arte, moda e tatuagens, impulsionado pelo poder das redes sociais e das novas tecnologias.
O CyberTribal combina a estética tribal dos anos 90 com influências cyberpunk, criando uma nova forma de expressão visual. Este estilo surge da mistura entre tradições ancestrais e a cultura digital moderna, ganhando popularidade na cena underground como um símbolo de resistência e identidade pessoal.
Neste blog, você vai descobrir as raízes do NeoTribal, o impacto de Leo Zulueta, e como o estilo dos anos 90 se transformou de uma estética ancestral em um fenômeno global. Entenda também como essa arte autêntica perdeu força com a massificação, mas deixou um legado que ainda influencia estilos contemporâneos como o CyberTribal e o Cybersigilismo.
O artigo explora a história das tatuagens tribais ao redor do mundo, destacando a importância cultural, espiritual e social de povos como os Maori, Ibãs, Astecas, Kayapós, Celtas e Ainu. Além disso, aborda o impacto das expedições europeias, como as de James Cook, que popularizaram as tatuagens no Ocidente, resultando na apropriação e generalização do termo “tribal”. O texto também discute o renascimento do NeoTribal nos anos 90, seguido pelo surgimento dos movimentos CyberTribal e Cybersigilismo na era digital, refletindo a contínua evolução da arte tribal.