BEM-VINDOS AO MEU MUNDO...

Me chamo Darko. Sim, esse é meu nome ;p

Tenho 27 anos, sou carioca e tatuador viajante.

Dediquei meus 7 anos de carreira a criar um estilo próprio de tatuagem tribal. Hoje vivo da minha arte e curto criar pra além da tattoo explorando outras áreas como escultura, moda e audiovisual.

Também faço conteúdo pra redes sociais, principalmente Instagram e YouTube. Além dos vídeos com piadas yag, abordo temas relacionados ao universo da tatuagem underground.

  • natureza e hard techno
  • funk / rock / ambient / dark wave
  • abstrato / fantasia / surrealismo
  • ☉ ♐   /  ☊ ♑  /  ☾ ♍
  • pan ♡
  • reptiliano

1998 - 2019

Cria de São Gonçalo/RJ e destinado a servir muito cunt na vida ✨

Desde criança eu já tinha uma tendência artística forte pra dança e artes manuais. 

Sempre curti tatuagem, fiz minha primeira com 15 anos e com 18 já tinha umas 10. Muitas delas eu que desenhei embora eu não pensasse em ser tatuador. 

Naquela época eu fiz meu primeiro desenho tribal, pra ser tatuado por uma amiga nas minhas costas.

Em 2017 entrei pro curso de licenciatura em Física na UFF. Sim, Física. Eu realmente gostava das teorias e achava tudo aquilo fascinante, mas era uma desgraça nos cálculos.

2020

No início de 2020 fiz um curso de tatuagem pensando em ganhar uma grana extra enquanto terminava a faculdade. Em março comprei meu primeiro kit e em seguida começou a pandemia.

Faltava pouco pra eu me formar, já estava escrevendo a monografia e eu poderia continuar naquele caminho porque, aparentemente, era isso que uma pessoa responsável faria. Mas a pandemia me trancou em casa e me obrigou a passar tempo demais pensando na minha própria vida.

Um fato é que eu era muito melhor tatuando do que fazendo Física, então percebi que eu não queria perder mais um ano e meio pra me formar e tentando transformar uma coisa que eu só achava interessante em uma profissão que certamente não era minha vocação. 

Troquei de carreira.

Nos primeiros meses, minha única preocupação era aprender a aplicar uma tattoo direito. Pegava praticamente qualquer coisa que conhecidos me pedissem. Eram tattoos simples e meio comerciais mas foi uma boa forma de aprender. Isso não durou muito tempo…

Eu já tinha passado boa parte da vida desenhando e sempre amei tribais dos anos 90, então ainda em 2020 decidi fazer mais desenhos como aquele meu primeiro escorpião. 

Pesquisando algumas refs pra desenhar, conheci um movimento que estava surgindo na gringa cybertribal, onde os artistas faziam tribais mas cada um com sua identidade própria. Isso abriu muito minha mente porque até então achava que para se tornar tatuador era preciso escolher um estilo já existente.

Comecei a desenvolver meu próprio estilo tribal ainda em 2020, naquela época havia no máximo 10 pessoas no mundo inteiro fazendo isso, então acho que sou um dos pioneiros dos novos tribais.

2021 - 2022

Os meus 3 primeiros anos na tatuagem foram de estudos, tatuando por valor simbólico pra montar um portfólio bonito e estruturar minha identidade artística. 

Não havia absolutamente nada no Google sobre cybertribal, então me dediquei a escrever sobre e explicar esse movimento que ainda estava se formando. Só que pouco tempo depois, percebi que o termo estava começando a ser usado de uma forma que não representava mais o que eu via no início.  

Os desenhos foram simplificados e tão replicados por tatuadores comerciais, que criaram o genérico cybertribal que todos conhecem. 

Eu abandonei esse termo e continuei fazendo do meu jeito. 

Nesse período eu atendia em casa, fazia a sala do meu apartamento de estúdio. Trabalhei no telemarketing, como auxiliar de cozinha e fazia as tatuagens em dia de folga até conseguir me sustentar só com tattoo.

2023

Em julho de 2023 eu abandonei o CLT, parei de atender no meu home studio e fui pro Estúdio Noturna, onde sou residente até hoje. 

No mesmo ano fiz minha primeira viagem pra tatuar, em São Paulo. 

Comecei então a estudar anúncios, divulgação e todas essas coisas que um tatuador aparentemente precisa aprender quando decide que quer ser visto.

2021 - 2022

Viagens: SP – BH

Esse foi um ano de aperfeiçoamento nas minhas técnicas e também marcado pela minha experimentação com o audiovisual.

Tinha uma coisa que sempre me incomodou no cenário da tatuagem: o modelo comercial ocupava quase todo o espaço de visibilidade, enquanto um monte de artista autoral incrível continuava escondido da internet, fazendo trabalhos muito mais interessantes.

No final de 2024 comecei o Subverso, um projeto no YouTube criado para documentar justamente essa cena da tatuagem underground. Nele eu faço entrevistas com artistas que seguem na carreira criando artes fora do convencional, e mostrando o funcionamento dos estúdios contraculturais. 

2024

Viagens: SP – BH

Esse foi um ano de aperfeiçoamento nas minhas técnicas e também marcado pela minha experimentação com o audiovisual.

Tinha uma coisa que sempre me incomodou no cenário da tatuagem: o modelo comercial ocupava quase todo o espaço de visibilidade, enquanto um monte de artista autoral incrível continuava escondido da internet, fazendo trabalhos muito mais interessantes.

No final de 2024 comecei o Subverso, um projeto no YouTube criado para documentar justamente essa cena da tatuagem underground. Nele eu faço entrevistas com artistas que seguem na carreira criando artes fora do convencional, e mostrando o funcionamento dos estúdios contraculturais.

2025

Viagens: BH – SP – ES – BM/RJ –  SSA  – REC – CWB – BSB

Esse foi o ano que mais viajei e ele também foi marcado pela lapidação no meu trabalho. Mudei a maneira de aplicar as pinturas, deixando as sombras claras de lado e focando no alto contraste.

2026

Viagens: SP – CWB – BM/RJ – BEL – SSA – REC – BSB

Só em 2026 que perdi a vergonha de fazer vídeo sendo eu mesmo. Parei de tentar parecer um tatuador certinho o tempo inteiro e comecei a gravar vídeos zuando com as coisas que eu queria.

O resultado foram meus primeiros vídeos virais.

Meu conteúdo começou a furar bastante a bolha da tatuagem e, em poucos meses, passei de uma audiência que conhecia principalmente o meu trabalho pra uma quantidade muito maior de gente que também queria acompanhar pela minha personalidade singular. Foi aí que entrei na minha fase atual: além de tatuador, virei criador de conteúdo.

Hoje em dia sigo o fluxo de todas essas coisas que construí e estou pensando em qual vai ser a próxima merda que eu vou inventar.

ORÇAMENTO

LISTA DE ESPERA